Saiu o resultado das espécies novas mais estranhas do mundo pelo International Institute for Species Exploration.
Quem for curioso e quiser dar uma olhadinha o link é o que se segue:
http://www.species.asu.edu/Top10
Para discutir "body burden", disruptores hormonais, contaminação química ambiental e outras "cositas más"... Para desabafar, falar da vida, de qualidade de vida, de sobrevivência. Para falar de beleza, de limpeza,de saúde, de futuro com quem realmente se importa.
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terça-feira, 25 de maio de 2010
Estranhos seres de um mundo estranho
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Os votos
Este poema circulou como obra de Victor Hugo, mas na verdade é de um jornalista, poeta e dramaturgo bem brasileiro, Sergio Jochymann. Quando eu era menina, via um programa na TV Tupi com a Eva Wilma como Penélope, também fruto de sua pena. Coisas de infância, mas inesquecíveis, em especial na casa da minha avó.
Desde que recebi este texto, alguns anos atrás, me senti perfeitamente representada nas suas palavras. Acho que é o que poderia de fato desejar a todos vocês, que tiveram a paciência de seguirem minhas postagens. Peço desculpas por minhas rabugices, e pelos meus últimos silêncios. Tem sido um período de turbulências.
Como já chegamos no final do ano, achei que seria bom repropor o texto. Gostaria de poder ter contatado o autor diretamente para poder solicitar sua autorização. Inclusive peço que, se alguém conhecer como seria possível contatá-lo, me escreva.
Com a máxima transparência e respeito pelo autor do texto, reproduzo abaixo este belíssimo augúrio.
"Os Votos
“Pois desejo primeiro que você ame e que amando, seja também amado.
E que se não o for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde mágoa.
Desejo depois que não seja só, mas que se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos e que mesmo maus e inconseqüentes, sejam corajosos e fiéis.
E que em pelo menos um deles você possa confiar e que confiando, não duvide de sua confiança.
E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos, nem muitos nem poucos, mas na medida exata para que algumas vezes você interprele a respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo para que você não se sinta demasiadamente seguro.
Desejo depois que você seja útil, não insubstituívelmente útil mas razoavelmente útil.
E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante, não com que os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com aqueles que erram muito e irremediavelmente.
E que essa tolerância nem se transforme em aplauso nem em permissividade, para que assim fazendo um bom uso dela, você dê também um exemplo para os outros.
Desejo que você sendo jovem não amadureça depressa demais, e que sendo maduro não insista em rejuvenescer, e que sendo velho não se dedique a desesperar.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram dentro de nós.
Desejo por sinal que você seja triste, não o ano todo, nem um mês e muito menos uma semana, mas um dia.
Mas que nesse dia de tristeza, você descubra que o riso diário é bom, o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo, talvez agora mesmo, mas se for impossível, amanhã de manhã, que existem oprimidos, injustiçados e infelizes.
E que estão estão à sua volta, porque seu pai aceitou conviver com eles.
E que eles continuarão à volta de seus filhos, se você achar a convivência inevitável.
Desejo ainda que você afague um gato, que alimente um cão e ouça pelo menos um João-de-barro erguer triunfante seu canto matinal.
Porque assim você se sentirá bom por nada.
Desejo também que você plante uma semente, por mais ridículo que seja, e acompanhe seu crescimento dia a dia, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano você ponha uma porção dele na sua frente e diga: "Isto é meu".
Só para que fique claro quem é o dono de quem.
Desejo ainda que você seja frugal, não inteiramente frugal, não obcecadamente frugal, mas apenas usualmente frugal.
Mas que essa frugalidade não impeça você de abusar quando o abuso se impuser.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você. Mas que se morrer, você possa chorar sem se culpar e sofrer sem se lamentar.
Desejo por fim que, sendo mulher, você tenha um bom homem e que sendo homem tenha uma boa mulher.
E que se amem hoje, amanhã, depois, no dia seguinte, mais uma vez e novamente de agora até o próximo ano acabar.
E que quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda tenham amor para recomeçar.
E se isso só acontecer, não tenho mais nada para desejar”
Poema de Sérgio Jockymann, jornalista, romancista, poeta e dramaturgo brasileiro.
Tomara que eu não possa desejar mais nada a nenhum de vocês.
Desde que recebi este texto, alguns anos atrás, me senti perfeitamente representada nas suas palavras. Acho que é o que poderia de fato desejar a todos vocês, que tiveram a paciência de seguirem minhas postagens. Peço desculpas por minhas rabugices, e pelos meus últimos silêncios. Tem sido um período de turbulências.
Como já chegamos no final do ano, achei que seria bom repropor o texto. Gostaria de poder ter contatado o autor diretamente para poder solicitar sua autorização. Inclusive peço que, se alguém conhecer como seria possível contatá-lo, me escreva.
Com a máxima transparência e respeito pelo autor do texto, reproduzo abaixo este belíssimo augúrio.
"Os Votos
“Pois desejo primeiro que você ame e que amando, seja também amado.
E que se não o for, seja breve em esquecer e esquecendo não guarde mágoa.
Desejo depois que não seja só, mas que se for, saiba ser sem desesperar.
Desejo também que tenha amigos e que mesmo maus e inconseqüentes, sejam corajosos e fiéis.
E que em pelo menos um deles você possa confiar e que confiando, não duvide de sua confiança.
E porque a vida é assim, desejo ainda que você tenha inimigos, nem muitos nem poucos, mas na medida exata para que algumas vezes você interprele a respeito de suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo para que você não se sinta demasiadamente seguro.
Desejo depois que você seja útil, não insubstituívelmente útil mas razoavelmente útil.
E que nos maus momentos, quando não restar mais nada, essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.
Desejo ainda que você seja tolerante, não com que os que erram pouco, porque isso é fácil, mas com aqueles que erram muito e irremediavelmente.
E que essa tolerância nem se transforme em aplauso nem em permissividade, para que assim fazendo um bom uso dela, você dê também um exemplo para os outros.
Desejo que você sendo jovem não amadureça depressa demais, e que sendo maduro não insista em rejuvenescer, e que sendo velho não se dedique a desesperar.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e é preciso deixar que eles escorram dentro de nós.
Desejo por sinal que você seja triste, não o ano todo, nem um mês e muito menos uma semana, mas um dia.
Mas que nesse dia de tristeza, você descubra que o riso diário é bom, o riso habitual é insosso e o riso constante é insano.
Desejo que você descubra com o máximo de urgência, acima e a despeito de tudo, talvez agora mesmo, mas se for impossível, amanhã de manhã, que existem oprimidos, injustiçados e infelizes.
E que estão estão à sua volta, porque seu pai aceitou conviver com eles.
E que eles continuarão à volta de seus filhos, se você achar a convivência inevitável.
Desejo ainda que você afague um gato, que alimente um cão e ouça pelo menos um João-de-barro erguer triunfante seu canto matinal.
Porque assim você se sentirá bom por nada.
Desejo também que você plante uma semente, por mais ridículo que seja, e acompanhe seu crescimento dia a dia, para que você saiba de quantas muitas vidas é feita uma árvore.
Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro porque é preciso ser prático. E que pelo menos uma vez por ano você ponha uma porção dele na sua frente e diga: "Isto é meu".
Só para que fique claro quem é o dono de quem.
Desejo ainda que você seja frugal, não inteiramente frugal, não obcecadamente frugal, mas apenas usualmente frugal.
Mas que essa frugalidade não impeça você de abusar quando o abuso se impuser.
Desejo também que nenhum de seus afetos morra, por ele e por você. Mas que se morrer, você possa chorar sem se culpar e sofrer sem se lamentar.
Desejo por fim que, sendo mulher, você tenha um bom homem e que sendo homem tenha uma boa mulher.
E que se amem hoje, amanhã, depois, no dia seguinte, mais uma vez e novamente de agora até o próximo ano acabar.
E que quando estiverem exaustos e sorridentes, ainda tenham amor para recomeçar.
E se isso só acontecer, não tenho mais nada para desejar”
Poema de Sérgio Jockymann, jornalista, romancista, poeta e dramaturgo brasileiro.
Tomara que eu não possa desejar mais nada a nenhum de vocês.
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Heal The World
Para quem viveu os anos 70 e 80 e teve Michael Jackson como coluna sonora de coisas importantes na própria vida.
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quinta-feira, 21 de maio de 2009
Para quem estiver no Rio de Janeiro
E quiser ir a um concerto em Petrópolis:
Concerto Conexões: do Barroco ao Minimalismo
Data: 24/05/09 19:00
no Palácio de Cristal,Rua Alfredo Pachá - Petrópolis.
O regente é o maestro Antonio Gastão do conjunto Anima e Cuore, do Coral de Petrópolis e da UCP.
Detalhes:
CORAL E ORQUESTRA DA UCP SE APRESENTAM NA IX MOSTRA MINIMALISTA DE TEATRO
Como parte da IX Mostra Minimalista de Teatro, o Coral e a Orquestra de Câmara da Universidade Católica de Petrópolis realizarão no Palácio de Cristal, neste domingo, 24 de maio, às 19:00h, o concerto “Conexões: do Barroco ao Minimalismo”.
Com uma proposta não apenas artística, mas também didática, o maestro Antônio Gastão pretende apresentar ao público os laços que ligam as obras dos grandes mestres do passado às composições da vanguarda do século XX.
O programa inclui desde obras grandiosas do barroco e do modernismo, de Bach e Villa-Lobos, até o experimentalismo radical de John Cage e o minimalismo de Philip Glass.
ENTRADA FRANCA
Concerto Conexões: do Barroco ao Minimalismo
Data: 24/05/09 19:00
no Palácio de Cristal,Rua Alfredo Pachá - Petrópolis.
O regente é o maestro Antonio Gastão do conjunto Anima e Cuore, do Coral de Petrópolis e da UCP.
Detalhes:
CORAL E ORQUESTRA DA UCP SE APRESENTAM NA IX MOSTRA MINIMALISTA DE TEATRO
Como parte da IX Mostra Minimalista de Teatro, o Coral e a Orquestra de Câmara da Universidade Católica de Petrópolis realizarão no Palácio de Cristal, neste domingo, 24 de maio, às 19:00h, o concerto “Conexões: do Barroco ao Minimalismo”.
Com uma proposta não apenas artística, mas também didática, o maestro Antônio Gastão pretende apresentar ao público os laços que ligam as obras dos grandes mestres do passado às composições da vanguarda do século XX.
O programa inclui desde obras grandiosas do barroco e do modernismo, de Bach e Villa-Lobos, até o experimentalismo radical de John Cage e o minimalismo de Philip Glass.
ENTRADA FRANCA
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Divulgação: Mulheres do Planeta
Recebi da Sarita Pavia e repasso para vocês:
O artista francês Titouan Lamazou apresenta a exposição "Mulheres do Planeta" de 11 de maio a 11 de julho, na Oca, em São Paulo, integrando as comemorações do Ano da França no Brasil. Com mais de 200 perfis, a mostra faz um amplo painel da mulher contemporânea por meio da fotografia, pintura, vídeo, texto e desenho realizados pelo artista durante sete anos de viagens pelos cinco continentes do mundo. Retratos de refugiadas, camponesas, militantes, operárias, advogadas, artistas, nômades, modelos, professoras, empresárias e outras, exemplificam a força da mulher atual, independente da aparência física, nacionalidade, origem étnica ou religião. Titouan exemplifica a força e a beleza natural da mulher contemporânea.
A exposição chega ao país após ter sido exibida entre outubro de 2007 e junho de 2008 no Museu da Humanidade (Palais de Chaillon) em Paris com público recorde de 230 mil visitantes. Uma das exibições mais visitadas na França naquele ano de um artista vivo, agora chega ao Brasil de forma ampliada, com cerca de 3 mil obras e 50 filmes, ocupando o espaço da Oca com 6 mil m². Na primeira vez ao sair da França, a mostra foi preparada pelo artista especialmente para o espaço da Oca, com cenografia especialmente desenhada por Vincent Beaurin e por Titouan, para harmonizar com a arquitetura de Oscar Niemeyer.
Serviço:
MULHERES DO PLANETA
Data de abertura: 11 de maio
Período expositivo: de 11 de maio a 11 de julho de 2009
Local: Oca – Pavilhão Lucas Nogueira Garcez
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Portão 3 – São Paulo, SP
Horário: das 10h ÀS 20h
Patrocínio: Bradesco
Apoio: Unesco
www.titouanlamazou.com.br
O artista francês Titouan Lamazou apresenta a exposição "Mulheres do Planeta" de 11 de maio a 11 de julho, na Oca, em São Paulo, integrando as comemorações do Ano da França no Brasil. Com mais de 200 perfis, a mostra faz um amplo painel da mulher contemporânea por meio da fotografia, pintura, vídeo, texto e desenho realizados pelo artista durante sete anos de viagens pelos cinco continentes do mundo. Retratos de refugiadas, camponesas, militantes, operárias, advogadas, artistas, nômades, modelos, professoras, empresárias e outras, exemplificam a força da mulher atual, independente da aparência física, nacionalidade, origem étnica ou religião. Titouan exemplifica a força e a beleza natural da mulher contemporânea.
A exposição chega ao país após ter sido exibida entre outubro de 2007 e junho de 2008 no Museu da Humanidade (Palais de Chaillon) em Paris com público recorde de 230 mil visitantes. Uma das exibições mais visitadas na França naquele ano de um artista vivo, agora chega ao Brasil de forma ampliada, com cerca de 3 mil obras e 50 filmes, ocupando o espaço da Oca com 6 mil m². Na primeira vez ao sair da França, a mostra foi preparada pelo artista especialmente para o espaço da Oca, com cenografia especialmente desenhada por Vincent Beaurin e por Titouan, para harmonizar com a arquitetura de Oscar Niemeyer.
Serviço:
MULHERES DO PLANETA
Data de abertura: 11 de maio
Período expositivo: de 11 de maio a 11 de julho de 2009
Local: Oca – Pavilhão Lucas Nogueira Garcez
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Portão 3 – São Paulo, SP
Horário: das 10h ÀS 20h
Patrocínio: Bradesco
Apoio: Unesco
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Trilussa, banalidades, prazeres e outras idiotices
Me disse uma vez o diretor de uma UTI que trabalhei, que depois dos 45, o indivíduo adquire o direito de dizer o que quiser. Talvez este direito devesse chegar antes.
De qualquer forma, como eu já passei faz algum tempo dessa data fatídica, tenho o direito adquirido.
Então, hoje é provável que não lhes fale nada de sério. Não estou disposta.
TPM, acho. Mas como é melhor tê-la que reposição hormonal, então a gente encara.
Pode ser só preguiça, cansaço, mau humor, ou os primeiros sintomas de uma síndrome depressiva ou uma virose. Pode ser o clima, a mudança dele, ou simplesmente nada. Tinha meteopatia quando soprava o Scirocco. E não era a única.
Na Italia, me disseram que o consumo de pizza e pasta aumentava a biodisponibilidade de serotonina. Então, vou me afogar nos carbohidratos e procurar a felicidade gustativa.
Como, apesar de tudo, sou uma "nega" legal, vou dar para vocês o segredo da minha sogra romana: a receita da massa de macarrão fresca com ovos.
Melhor que terapia, pois você amassa e descarrega a raiva, faz exercíco, libera endorfinas e depois ainda dá um eletrochoque gastronômico no dia cinza, chuvoso e sem graça. Na pior hipótese, vai comer algo que vale a pena.
Para cada pessoa, são 100 gramas de farinha sendo metade de grão macio (farinha comum 00) e metade de grão duro, um ovo inteiro, uma pitada de sal. E amassar, amassar, amassar... pensando naquilo que te incomoda e botando a mão na massa.
Depois vem a fase de abrir a "sfoglia", com aquele rolo de macarrão (que sugiro grande) antigo, ou para os hightech aquelas maquininhas de rolo.
Abra bem, a massa não deve ser muito grossa para não ficar pesada. Para os matemáticos, precisinhos e afins, coisa de 1mm.
Podem ser criativos na hora de cortar: lasagna, mais larga; papardelle, larga; tagliatelle, mais fina, como uma fita de 0,5 cm. Ou façam capelleti, raviolli, agnolotti, com recheios variados.
O molho é outra conversa. Cada um faz o que preferir, desde que seja rico, encorpado, cheio de perfume (pois sabor é boa parte de perfume).
Eu gosto mesmo é de um sugo ou ragu simples e eficaz. As coisas mais simples, os sabores mais honestos são sempre os melhores.
Mudando de assunto, tenho visto a grande preocupação dos blogs científicos em abordar a religião. Ouvi até que dá ibope. Talvez seja verdade. Em vez de discutir hipóteses, vou contar histórias e um poeminha de um poeta dialetal romano, Trilussa (Carlo Salustri). Meu prof. de Pediatria em Roma o conheceu pessoalmente e sempre nos contava sobre ele. Tem um poema que é a definição da estatística. Ele diz em resumo que a Estatística é a exata ciência onde se eu como 2 frangos e você não come nada, estamos ambos muito bem alimentados (ver abaixo).
La Statistica
Sai ched'è la statistica? È na' cosa
che serve pe fà un conto in generale
de la gente che nasce, che sta male,
che more, che va in carcere e che spósa.
Ma pè me la statistica curiosa
è dove c'entra la percentuale,
pè via che, lì,la media è sempre eguale
puro co' la persona bisognosa.
Me spiego: da li conti che se fanno
seconno le statistiche d'adesso
risurta che te tocca un pollo all'anno:
e, se nun entra nelle spese tue,
t'entra ne la statistica lo stesso
perch'è c'è un antro che ne magna due.
Obviamente, a Estatística é bem mais do que isto, mas nos causava uma boa gargalhada.
Estatística não é mesmo pra todo mundo. Assim como farmacologia, bioquímica, biofísica e outras ciências ditas "básicas", faz pipocar o corpo de muita gente.
É como proteína, que é estrutural mas causa alergia, hehehe...
Deontologia também, mas o motivo é outro.
Nummeri
- Conterò poco, è vero:
- diceva l'Uno ar Zero -
ma tu che vali? Gnente: propio gnente.
Sia ne l'azzione come ner pensiero
rimani un coso voto e inconcrudente.
lo, invece, se me metto a capofila
de cinque zeri tale e quale a te,
lo sai quanto divento? Centomila.
È questione de nummeri. A un dipresso
è quello che succede ar dittatore
che cresce de potenza e de valore
più so' li zeri che je vanno appresso.
E sobre a guerra, a sempre presente guerra, tem também umas coisinhas, um pouco antigas (outubro de 1914), mas sempre atuais e aplicáveis aos nossos dias, para provar "che tutto er monno è paese"...
La ninna-nanna de la guerra
Ninna nanna, nanna ninna,
er pupetto vô la zinna *:
dormi, dormi, cocco bello,
sennò chiamo Farfarello **
Farfarello e Gujermone ***
Gujermone e Ceccopeppe +
che se regge co' le zeppe,
co' le zeppe d'un impero
mezzo giallo e mezzo nero.
Ninna nanna, pija sonno
ché se dormi nun vedrai
tante infamie e tanti guai
che succedeno ner monno
fra le spade e li fucilli
de li popoli civilli...
Ninna nanna, tu nun senti
li sospiri e li lamenti
de la gente che se scanna
per un matto che commanna;
che se scanna e che s'ammazza
a vantaggio de la razza...
o a vantaggio d'una fede
per un Dio che nun se vede,
ma che serve da riparo
ar Sovrano macellaro.
Ché quer covo d'assassini
che c'insanguina la terra
sa benone che la guerra
è un gran giro de quatrini
che prepara le risorse
pe' li ladri de le Borse.
Fa' la ninna, cocco bello,
finché dura 'sto macello:
fa' la ninna, ché domani
rivedremo li sovrani
che se scambieno la stima
boni amichi come prima.
So' cuggini e fra parenti
nun se fanno comprimenti:
torneranno più cordiali
li rapporti personali.
E riuniti fra de loro
senza l'ombra d'un rimorso,
ce faranno un ber discorso
su la Pace e sul Lavoro
pe' quer popolo cojone
risparmiato dar cannone!
* o seio
** o diabo
*** Guilherme II
+ Francisco José
Então, dá-lhe Trilussa!
Mesmo porque, para bom entendedor, até dialeto basta.
De qualquer forma, como eu já passei faz algum tempo dessa data fatídica, tenho o direito adquirido.
Então, hoje é provável que não lhes fale nada de sério. Não estou disposta.
TPM, acho. Mas como é melhor tê-la que reposição hormonal, então a gente encara.
Pode ser só preguiça, cansaço, mau humor, ou os primeiros sintomas de uma síndrome depressiva ou uma virose. Pode ser o clima, a mudança dele, ou simplesmente nada. Tinha meteopatia quando soprava o Scirocco. E não era a única.
Na Italia, me disseram que o consumo de pizza e pasta aumentava a biodisponibilidade de serotonina. Então, vou me afogar nos carbohidratos e procurar a felicidade gustativa.
Como, apesar de tudo, sou uma "nega" legal, vou dar para vocês o segredo da minha sogra romana: a receita da massa de macarrão fresca com ovos.
Melhor que terapia, pois você amassa e descarrega a raiva, faz exercíco, libera endorfinas e depois ainda dá um eletrochoque gastronômico no dia cinza, chuvoso e sem graça. Na pior hipótese, vai comer algo que vale a pena.
Para cada pessoa, são 100 gramas de farinha sendo metade de grão macio (farinha comum 00) e metade de grão duro, um ovo inteiro, uma pitada de sal. E amassar, amassar, amassar... pensando naquilo que te incomoda e botando a mão na massa.
Depois vem a fase de abrir a "sfoglia", com aquele rolo de macarrão (que sugiro grande) antigo, ou para os hightech aquelas maquininhas de rolo.
Abra bem, a massa não deve ser muito grossa para não ficar pesada. Para os matemáticos, precisinhos e afins, coisa de 1mm.
Podem ser criativos na hora de cortar: lasagna, mais larga; papardelle, larga; tagliatelle, mais fina, como uma fita de 0,5 cm. Ou façam capelleti, raviolli, agnolotti, com recheios variados.
O molho é outra conversa. Cada um faz o que preferir, desde que seja rico, encorpado, cheio de perfume (pois sabor é boa parte de perfume).
Eu gosto mesmo é de um sugo ou ragu simples e eficaz. As coisas mais simples, os sabores mais honestos são sempre os melhores.
Mudando de assunto, tenho visto a grande preocupação dos blogs científicos em abordar a religião. Ouvi até que dá ibope. Talvez seja verdade. Em vez de discutir hipóteses, vou contar histórias e um poeminha de um poeta dialetal romano, Trilussa (Carlo Salustri). Meu prof. de Pediatria em Roma o conheceu pessoalmente e sempre nos contava sobre ele. Tem um poema que é a definição da estatística. Ele diz em resumo que a Estatística é a exata ciência onde se eu como 2 frangos e você não come nada, estamos ambos muito bem alimentados (ver abaixo).
La Statistica
Sai ched'è la statistica? È na' cosa
che serve pe fà un conto in generale
de la gente che nasce, che sta male,
che more, che va in carcere e che spósa.
Ma pè me la statistica curiosa
è dove c'entra la percentuale,
pè via che, lì,la media è sempre eguale
puro co' la persona bisognosa.
Me spiego: da li conti che se fanno
seconno le statistiche d'adesso
risurta che te tocca un pollo all'anno:
e, se nun entra nelle spese tue,
t'entra ne la statistica lo stesso
perch'è c'è un antro che ne magna due.
Obviamente, a Estatística é bem mais do que isto, mas nos causava uma boa gargalhada.
Estatística não é mesmo pra todo mundo. Assim como farmacologia, bioquímica, biofísica e outras ciências ditas "básicas", faz pipocar o corpo de muita gente.
É como proteína, que é estrutural mas causa alergia, hehehe...
Deontologia também, mas o motivo é outro.
Nummeri
- Conterò poco, è vero:
- diceva l'Uno ar Zero -
ma tu che vali? Gnente: propio gnente.
Sia ne l'azzione come ner pensiero
rimani un coso voto e inconcrudente.
lo, invece, se me metto a capofila
de cinque zeri tale e quale a te,
lo sai quanto divento? Centomila.
È questione de nummeri. A un dipresso
è quello che succede ar dittatore
che cresce de potenza e de valore
più so' li zeri che je vanno appresso.
E sobre a guerra, a sempre presente guerra, tem também umas coisinhas, um pouco antigas (outubro de 1914), mas sempre atuais e aplicáveis aos nossos dias, para provar "che tutto er monno è paese"...
La ninna-nanna de la guerra
Ninna nanna, nanna ninna,
er pupetto vô la zinna *:
dormi, dormi, cocco bello,
sennò chiamo Farfarello **
Farfarello e Gujermone ***
Gujermone e Ceccopeppe +
che se regge co' le zeppe,
co' le zeppe d'un impero
mezzo giallo e mezzo nero.
Ninna nanna, pija sonno
ché se dormi nun vedrai
tante infamie e tanti guai
che succedeno ner monno
fra le spade e li fucilli
de li popoli civilli...
Ninna nanna, tu nun senti
li sospiri e li lamenti
de la gente che se scanna
per un matto che commanna;
che se scanna e che s'ammazza
a vantaggio de la razza...
o a vantaggio d'una fede
per un Dio che nun se vede,
ma che serve da riparo
ar Sovrano macellaro.
Ché quer covo d'assassini
che c'insanguina la terra
sa benone che la guerra
è un gran giro de quatrini
che prepara le risorse
pe' li ladri de le Borse.
Fa' la ninna, cocco bello,
finché dura 'sto macello:
fa' la ninna, ché domani
rivedremo li sovrani
che se scambieno la stima
boni amichi come prima.
So' cuggini e fra parenti
nun se fanno comprimenti:
torneranno più cordiali
li rapporti personali.
E riuniti fra de loro
senza l'ombra d'un rimorso,
ce faranno un ber discorso
su la Pace e sul Lavoro
pe' quer popolo cojone
risparmiato dar cannone!
* o seio
** o diabo
*** Guilherme II
+ Francisco José
Então, dá-lhe Trilussa!
Mesmo porque, para bom entendedor, até dialeto basta.
sábado, 17 de janeiro de 2009
Tem horas que eu gostaria...
... de férias!... e nem precisava ser Pasárgada...
Vou-me Embora pra Pasárgada
Manuel Bandeira
Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.
Texto extraído do livro "Bandeira a Vida Inteira", Editora Alumbramento – Rio de Janeiro, 1986, pág. 90
Vou-me Embora pra Pasárgada
Manuel Bandeira
Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.
Texto extraído do livro "Bandeira a Vida Inteira", Editora Alumbramento – Rio de Janeiro, 1986, pág. 90
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Este é meu, mas é seu também...
De uma empresa de telecomunicações, mas vale como mensagem de ano-novo.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
O menino do dedo verde
Agora que estou mais calminha, me lembrei de uma dica para quem quiser dar um presente legal para uma criança. É um livro de Maurice Druon chamado "O Menino do Dedo Verde", da José Olympio Editora.
Li quando era criança, me lembrei dele e comprei para minha filha.
O texto é agradável, de fácil leitura, mas cheio de sabedoria. Aquelas coisas que a gente lê mesmo grande e reencontra a criança que ficou em nós.
Para quem não conhece, o livro conta a estória de Tistu, um menino diferente, que tinha o "dedo verde", ou seja, a capacidade de fazer brotar as sementes e crescer flores quando tocava a terra. Herdeiro de uma fábrica de canhões, e amigo de um poney chamado Ginástico, ele descobre que...
Bem, leiam e se encantem.
Bem que precisaríamos de tantos Tistu neste mundo...
Beijos e perdões pela implicância do post anterior.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Receita de massinha de modelar caseira
Para todas as mamães que vão encarar as férias da molecada, este post é para vocês.
É uma brincadeira que todas as crianças pequenas amam.
Lá vai:
4 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de sal
1 e 1/2 xícara de água
1 colher de sopa de óleo
corante alimentício ou gelatina em pó (fica com cor e com cheiro)
Modo de fazer:
Em uma vasilha, misture a farinha, o sal, a água e o óleo. Amasse bem com as mãos até que vire uma massa uniforme. Divida em várias partes e em cada uma coloque o corante ou a gelatina colorida.
Pronto! Está pronta a massinha.
Esta brincadeira ajuda a coordenação motora, a percepção de volumes e proporções, o raciocínio espacial. Lembrem-se disso na hora que forem limpar a sujeira e ponham um sorrisão na cara. :)
Esta receita veio do Liceu Salesiano N. Sra. Auxiliadora de Campinas. Testei e valeu.
Passo para vocês.
É uma brincadeira que todas as crianças pequenas amam.
Lá vai:
4 xícaras de farinha de trigo
1 xícara de sal
1 e 1/2 xícara de água
1 colher de sopa de óleo
corante alimentício ou gelatina em pó (fica com cor e com cheiro)
Modo de fazer:
Em uma vasilha, misture a farinha, o sal, a água e o óleo. Amasse bem com as mãos até que vire uma massa uniforme. Divida em várias partes e em cada uma coloque o corante ou a gelatina colorida.
Pronto! Está pronta a massinha.
Esta brincadeira ajuda a coordenação motora, a percepção de volumes e proporções, o raciocínio espacial. Lembrem-se disso na hora que forem limpar a sujeira e ponham um sorrisão na cara. :)
Esta receita veio do Liceu Salesiano N. Sra. Auxiliadora de Campinas. Testei e valeu.
Passo para vocês.
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Vem aí: EUROPEANA e também a vacina contra o câncer de pele de células escamosas
Gente, desde pequena sempre fui fascinada por livros. Para mim, casa é o lugar onde meus livros estão. Onde vivi, em tantos lugares diferentes, tinha sempre uma quantidade de livros muito maior do que o espaço disponível. Mesmo em épocas menos generosas, me divertia indo aos sebos e passando horas fuçando em pilhas e pilhas de preciosidades, tentando imaginar quem teria feito as dedicatórias que às vezes se viam, pensando na história daquelas pessoas e das páginas que lhes fizeram companhia por algum tempo.
Um livro é muito mais do que um simples objeto. Tem vida própria. É como uma porta que você abre para outros tempos, outros lugares, outras gentes. Às vezes é como olhar pela fechadura para um universo fascinante e inatingível.
Muitas vezes me senti adiando o final de uma boa narrativa, quase de luto pela separação dos personagens, que iriam embora com a última página.
Bem, tudo isso é só para dizer que vem aí a biblioteca européia, Europeana, um projeto magníficamente ambicioso, que vai colocar on line e gratuitamente 10 milhões de obras literárias até 2010. Para quem gosta de ler, é um prato cheio!
Começa na 5° feira com 2 milhões de títulos digitalizados, disponíveis no site: http://dev.europeana.eu/, entre eles a Divina Comédia, os manuscritos de Beethoven, Mozart e Chopin, a Carta Magna inglesa, os quadros de Vermeer, e até imagens da queda do muro de Berlim.
Mais uma oportunidade de trazer para mais perto um pedaço do mundo através do que ele pode oferecer de melhor: a cultura.
O outro assunto é menos poético e mais prático. Em Sidney, o Dr. Ian Fraser, o mesmo da vacina contra o câncer de colo, anuncia o início da experimentação humana de uma vacina contra um tipo de câncer de pele. A vacina se destina aos carcinomas de células escamosas e é ineficaz contra os melanomas. mesmo que a vacina seja eficaz, ainda serão necessários alguns anos. O projeto se iniciou em 1985, imaginem!
Apesar da boa notícia, a vacina não substitui as medidas PREVENTIVAS como evitar o sol nas horas de maior radiação, usar bloqueadores solares e sabiamente ficar na sombrinha.
Um livro é muito mais do que um simples objeto. Tem vida própria. É como uma porta que você abre para outros tempos, outros lugares, outras gentes. Às vezes é como olhar pela fechadura para um universo fascinante e inatingível.
Muitas vezes me senti adiando o final de uma boa narrativa, quase de luto pela separação dos personagens, que iriam embora com a última página.
Bem, tudo isso é só para dizer que vem aí a biblioteca européia, Europeana, um projeto magníficamente ambicioso, que vai colocar on line e gratuitamente 10 milhões de obras literárias até 2010. Para quem gosta de ler, é um prato cheio!
Começa na 5° feira com 2 milhões de títulos digitalizados, disponíveis no site: http://dev.europeana.eu/, entre eles a Divina Comédia, os manuscritos de Beethoven, Mozart e Chopin, a Carta Magna inglesa, os quadros de Vermeer, e até imagens da queda do muro de Berlim.
Mais uma oportunidade de trazer para mais perto um pedaço do mundo através do que ele pode oferecer de melhor: a cultura.
O outro assunto é menos poético e mais prático. Em Sidney, o Dr. Ian Fraser, o mesmo da vacina contra o câncer de colo, anuncia o início da experimentação humana de uma vacina contra um tipo de câncer de pele. A vacina se destina aos carcinomas de células escamosas e é ineficaz contra os melanomas. mesmo que a vacina seja eficaz, ainda serão necessários alguns anos. O projeto se iniciou em 1985, imaginem!
Apesar da boa notícia, a vacina não substitui as medidas PREVENTIVAS como evitar o sol nas horas de maior radiação, usar bloqueadores solares e sabiamente ficar na sombrinha.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Programa para quem está no Rio
Concerto Espiritual da UCP, dia 1° de Novembro de 2008, às 15:00h
Para quem curte boa música passo o convite do Gastão para o evento que vai contar com o Coral, Orquestra e Conjunto Anima e Cuore da UCP
PROGRAMA
- BACH - Cantata BWV 3
- MOZART - Trechos da Grande Missa em Dó Menor
- FAURÉ - Trechos do Requiem
Regência
ANTÔNIO GASTÃO
Local: Salão Nobre da UCP
Rua Benjamin Constant, 213
Centro - Petrópolis/RJ
ENTRADA FRANCA
Para quem curte boa música passo o convite do Gastão para o evento que vai contar com o Coral, Orquestra e Conjunto Anima e Cuore da UCP
PROGRAMA
- BACH - Cantata BWV 3
- MOZART - Trechos da Grande Missa em Dó Menor
- FAURÉ - Trechos do Requiem
Regência
ANTÔNIO GASTÃO
Local: Salão Nobre da UCP
Rua Benjamin Constant, 213
Centro - Petrópolis/RJ
ENTRADA FRANCA
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Festival Internacional de Cinema de Roma, 2008
E o país homenageado é... Brasil!
Legal, né?
Gente, começou ontem com uma festança na Piazza Navona, na frente da Embaixada do Brasil em Roma, a partecipação do Brasil no Festival de Cinema de Roma como país homenageado no "Occhio sul Mondo". Muitos filmes brasileiros recentes (e nem tanto) serão mostrados nesta semana em contemporânea com mostras de fotografias e espetáculos de música.
Vai ser uma vitrine para a produção cinematográfica nacional, coisa sempre positiva, mesmo para quem, como eu, é só uma apreciadora muito distante deste mundo. Embora eu confesse a vocês que sou muito curiosa sobre a produção, direção e feitura de uma obra cinematográfica e que se tivesse oportunidade talvez dedicasse um pouco de tempo para aprender algo sobre esta arte.
Segue abaixo a lista dos filmes brasileiros na mostra:
Cidade dos homens de Paulo Morelli - Brasil
Coração Vagabundo de Fernando Grostein Andrade - Brasil
Estômago de Marcos Jorge - Brasil
Jogo de Cena de Eduardo Coutinho - Brasil
Meu nome não é Johnny de Mauro Lima - Brasil
Ó Pai, Ó de Monique Gardenberg - Brasil
O Signo da Cidade de Carlos Alberto Riccelli - Brasil
Os Desafinados de Walter Júnior - Brasil
Santiago de João Moreira Salles - Brasil
Verônica de Mauricio Farias - Brasil
RETROSPETTIVA
A casa de Tom - Mundo, Monde, Mondo de Ana Jobim - Brasil
Coisa mais linda: Histórias e casos da Bossa Nova de Paulo Thiago - Brasil
Fabricando Tom Zé de Décio Matos Jr. - Brasil
Futebol (capítolos 1, 2 e 3) de João Moreira Salles - Brasil
Maria Bethânia - Pedrinha de Aruanda de Andrucha Waddington - Brasil
Meu tempo é hoje: Paulinho Da Viola de Izabel Jaguaribe - Brasil
Nelson Freire de João Moreira Salles - Brasil
Oscar Niemeyer: A vida è um sopro de Fabiano Maciel - Brasil
Outros (Doces) Bárbaros de Andrucha Waddington - Brasil
Pierre Fatumbi Verger: Mensageiro entre dois mundos de Lula Buarque de Hollanda - Brasil
Raìzes do Brasil - uma cinebiografia de Sérgio Buarque de Holanda de Nelson Pereira dos Santos - Brasil
Vinicius de Miguel De Faria Jr - Brasile, Espanha
Legal, né?
Gente, começou ontem com uma festança na Piazza Navona, na frente da Embaixada do Brasil em Roma, a partecipação do Brasil no Festival de Cinema de Roma como país homenageado no "Occhio sul Mondo". Muitos filmes brasileiros recentes (e nem tanto) serão mostrados nesta semana em contemporânea com mostras de fotografias e espetáculos de música.
Vai ser uma vitrine para a produção cinematográfica nacional, coisa sempre positiva, mesmo para quem, como eu, é só uma apreciadora muito distante deste mundo. Embora eu confesse a vocês que sou muito curiosa sobre a produção, direção e feitura de uma obra cinematográfica e que se tivesse oportunidade talvez dedicasse um pouco de tempo para aprender algo sobre esta arte.
Segue abaixo a lista dos filmes brasileiros na mostra:
Cidade dos homens de Paulo Morelli - Brasil
Coração Vagabundo de Fernando Grostein Andrade - Brasil
Estômago de Marcos Jorge - Brasil
Jogo de Cena de Eduardo Coutinho - Brasil
Meu nome não é Johnny de Mauro Lima - Brasil
Ó Pai, Ó de Monique Gardenberg - Brasil
O Signo da Cidade de Carlos Alberto Riccelli - Brasil
Os Desafinados de Walter Júnior - Brasil
Santiago de João Moreira Salles - Brasil
Verônica de Mauricio Farias - Brasil
RETROSPETTIVA
A casa de Tom - Mundo, Monde, Mondo de Ana Jobim - Brasil
Coisa mais linda: Histórias e casos da Bossa Nova de Paulo Thiago - Brasil
Fabricando Tom Zé de Décio Matos Jr. - Brasil
Futebol (capítolos 1, 2 e 3) de João Moreira Salles - Brasil
Maria Bethânia - Pedrinha de Aruanda de Andrucha Waddington - Brasil
Meu tempo é hoje: Paulinho Da Viola de Izabel Jaguaribe - Brasil
Nelson Freire de João Moreira Salles - Brasil
Oscar Niemeyer: A vida è um sopro de Fabiano Maciel - Brasil
Outros (Doces) Bárbaros de Andrucha Waddington - Brasil
Pierre Fatumbi Verger: Mensageiro entre dois mundos de Lula Buarque de Hollanda - Brasil
Raìzes do Brasil - uma cinebiografia de Sérgio Buarque de Holanda de Nelson Pereira dos Santos - Brasil
Vinicius de Miguel De Faria Jr - Brasile, Espanha
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sexta-feira, 29 de agosto de 2008
As aparências enganam...
Vou deixar hoje um link para um site de brincadeiras e ilusões de óptica.
Para a gente curiosar, de divertir, se maravilhar com a obviedade daquilo que não vemos à primeira vista.
E quem sabe aprendermos que a verdade tem muitos ângulos e todos eles são verdadeiros...ou não?
http://www.planetperplex.com/en/gallery.html
Para a gente curiosar, de divertir, se maravilhar com a obviedade daquilo que não vemos à primeira vista.
E quem sabe aprendermos que a verdade tem muitos ângulos e todos eles são verdadeiros...ou não?
http://www.planetperplex.com/en/gallery.html
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
(off topic) A menina e sua bonequinha
Minha filha ganhou uma boneca que canta músicas japonesas.
É incrível como as crianças são permeáveis a novas culturas.
Agora ela está apaixonada pelo Japão e quer saber tudo, inclusive quer cantar as tais músicas.
O mais interessante é que não importa minimamente o que está sendo dito, ela diz que deve ser tudo lindo pois a música é linda, a boneca é linda, e canta, e... viva o entusiasmo!
Então fui atrás na rede tendando pelo som desencavar as letras ocidentalizadas das músicas. Depois de muitas peripécias e tentativas acabei encontrando 2 delas. A terceira veio com a ajuda da Thais (arigato!!!!), que decifrou através de uma mensagem cifrada absurda que mandei a ela, qual seria a tal canção.
Então vou por as canções aqui. Pode servir para outras mães desesperadas. Pode servir só para reverenciar um povo de grande valor.
Lá vai:
É incrível como as crianças são permeáveis a novas culturas.
Agora ela está apaixonada pelo Japão e quer saber tudo, inclusive quer cantar as tais músicas.
O mais interessante é que não importa minimamente o que está sendo dito, ela diz que deve ser tudo lindo pois a música é linda, a boneca é linda, e canta, e... viva o entusiasmo!
Então fui atrás na rede tendando pelo som desencavar as letras ocidentalizadas das músicas. Depois de muitas peripécias e tentativas acabei encontrando 2 delas. A terceira veio com a ajuda da Thais (arigato!!!!), que decifrou através de uma mensagem cifrada absurda que mandei a ela, qual seria a tal canção.
Então vou por as canções aqui. Pode servir para outras mães desesperadas. Pode servir só para reverenciar um povo de grande valor.
Lá vai:
Churippu (Tulipa)
Saita, saita churippu no hana ga
Naranda, naranda aka, shiro kiro
Dono hana mite mo kireidana
Saita, saita churippu no hana ga
Naranda, naranda aka, shiro kiro
Dono hana mite mo kireidana
Donguri Koro Koro ( Bolota)
Donguri koro koro donburiko
Oikeni hamatte saa taihen
Dojou ga detekite konnichiwa
Bocchan isshoni asobimasho
Donguri koro koro yoro
kondeShibaraku isshoni asondaga
Yappari oyamaga koishikute
Naite wa dojouwo komaraseta
Donguri koro koro donburiko
Oikeni hamatte saa taihen
Dojou ga detekite konnichiwa
Bocchan isshoni asobimasho
Donguri koro koro yorokonde
Shibaraku isshoni asondaga
Yappari oyamaga koishikute
Naite wa dojouwo komaraseta
Mori No Kuma -san (O urso da floresta)
Aru hi mori no naka
Kuma-san ni deatta
hana saku mori no michi
kuma-san ni deatta
kuma san no iu koto nya
ojousan onigenasai
sutakora sassassanossa sutakora sassassanossa
tokoro ga kuma-san ga
atokara tsuitekuru
toko toko toko toko to toko toko toko toko to
ojousan omatinasai
chotto otoshimono
shiroi kaigara no chiisana iaringu (earing)
ara kuma-san arigatou
orei ni utaimashou
rarararararara....
E para quem ainda não conhece, recomendo meu poeta preferido: Takuboku Ishikawa. O seu livro de Tankas é comprável no Centro de Cultura Brasil-Japão de São Paulo e vale muito a pena.
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quarta-feira, 30 de julho de 2008
Paul Éluard, "Leurs yeux toujours purs"
Jours de lenteur, jours de pluie,
Jours de miroirs brisés et d'aiguilles perdues,
Jours de paupières closes à l'horizon des mers,
D'heures toutes semblables, jours de captivité,
Mon esprit qui brillait encore sur les feuilles
Et les fleurs, mon esprit est nu comme l'amour,
L'aurore qu'il oublie lui fait baisser la tête
Et contempler son corps obéissant et vain.
Pourtant j'ai vu les plus beaux yeux du monde,
Dieux d'argent qui tenaient des saphirs dans leurs mains,
De véritables dieux, des oiseaux dans la terre
Et dans l'eau, je les ai vus.
Leurs ailes sont les miennes, rien n'existe
Que leur vol qui secoue ma misère,
Leur vol d'étoile et de lumière
Leur vol de terre, leur vol de pierre
Sur les flots de leurs ailes,
Ma pensée soutenue par la vie et la mort.
("SEUS OLHOS SEMPRE PUROS
Dias de lentidão, dias de chuva,
Dias de espelhos partidos e agulhas perdidas,
Dias de pálpebras fechadas ao horizonte dos mares,
De horas em todas iguais, dias de cativeiro.
Meu espírito que brilhava ainda sobre as folhas
E as flores, meu espírito é nú como o amor,
A aurora que ele esquece lhe faz abaixar a cabeça
E contemplar seu corpo obediente e vão.
Vi, no entanto, os mais belos olhos do mundo,
Deuses de prata que tinham safiras nas mãos,
Deuses verdadeiros, pássaros na terra
E na água, eu os vi.
Suas asas são as minhas, nada mais existe
Senão o seu vôo que sacode minha miséria.
Seu vôo de estrela e luz,
Seu vôo de terra, seu vôo de pedra
Sobre as ondas de suas asas.
Meu pensamento suspenso pela vida e pela morte.")
Jours de miroirs brisés et d'aiguilles perdues,
Jours de paupières closes à l'horizon des mers,
D'heures toutes semblables, jours de captivité,
Mon esprit qui brillait encore sur les feuilles
Et les fleurs, mon esprit est nu comme l'amour,
L'aurore qu'il oublie lui fait baisser la tête
Et contempler son corps obéissant et vain.
Pourtant j'ai vu les plus beaux yeux du monde,
Dieux d'argent qui tenaient des saphirs dans leurs mains,
De véritables dieux, des oiseaux dans la terre
Et dans l'eau, je les ai vus.
Leurs ailes sont les miennes, rien n'existe
Que leur vol qui secoue ma misère,
Leur vol d'étoile et de lumière
Leur vol de terre, leur vol de pierre
Sur les flots de leurs ailes,
Ma pensée soutenue par la vie et la mort.
("SEUS OLHOS SEMPRE PUROS
Dias de lentidão, dias de chuva,
Dias de espelhos partidos e agulhas perdidas,
Dias de pálpebras fechadas ao horizonte dos mares,
De horas em todas iguais, dias de cativeiro.
Meu espírito que brilhava ainda sobre as folhas
E as flores, meu espírito é nú como o amor,
A aurora que ele esquece lhe faz abaixar a cabeça
E contemplar seu corpo obediente e vão.
Vi, no entanto, os mais belos olhos do mundo,
Deuses de prata que tinham safiras nas mãos,
Deuses verdadeiros, pássaros na terra
E na água, eu os vi.
Suas asas são as minhas, nada mais existe
Senão o seu vôo que sacode minha miséria.
Seu vôo de estrela e luz,
Seu vôo de terra, seu vôo de pedra
Sobre as ondas de suas asas.
Meu pensamento suspenso pela vida e pela morte.")
terça-feira, 6 de maio de 2008
Aplausos para vocês! Valeu, Emerson!
Recebi uma visita de um querido amigo, o Dr. Emerson Rodrigues, dermatologista e colega intensivista que teve o carinho de me presentear com dois CDs da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto do qual é patrono.
Quero deixar aqui meu aplauso a todo o pessoal da orquestra pelo trabalho dedicado e cuidadoso.
Quero também dizer para quem puder que vá assistir e leve seus filhos. Ouvir uma Sinfônica pela primeira vez é uma experiência grandiosa, mesmo para quem só ouve hip-hop, funk e pop. O som é potente, massivo, impressiona. Basta não ter preconceito e deixar a mente e os ouvidos abertos. A minha adora, basta que a música seja boa e ouve um repertório bastante florido de todos os gêneros. No universo da música dita "clássica" ou "erudita", mas que eu particularmente prefiro chamar música para orquestra (como dizia meu outro amigo e diretor de orquestra, Antonio Gastão), existe uma grande quantidade de peças populares, divertidas mesmo, e que muitas crianças vão reconhecer e apreciar.
Obrigada de novo pelos CDs, pelo papo, pelo tempo e pela amizade. Valeu, Emerson! Tomara você não leve tanto tempo para aparecer por aqui de novo.
Quero deixar aqui meu aplauso a todo o pessoal da orquestra pelo trabalho dedicado e cuidadoso.
Quero também dizer para quem puder que vá assistir e leve seus filhos. Ouvir uma Sinfônica pela primeira vez é uma experiência grandiosa, mesmo para quem só ouve hip-hop, funk e pop. O som é potente, massivo, impressiona. Basta não ter preconceito e deixar a mente e os ouvidos abertos. A minha adora, basta que a música seja boa e ouve um repertório bastante florido de todos os gêneros. No universo da música dita "clássica" ou "erudita", mas que eu particularmente prefiro chamar música para orquestra (como dizia meu outro amigo e diretor de orquestra, Antonio Gastão), existe uma grande quantidade de peças populares, divertidas mesmo, e que muitas crianças vão reconhecer e apreciar.
Obrigada de novo pelos CDs, pelo papo, pelo tempo e pela amizade. Valeu, Emerson! Tomara você não leve tanto tempo para aparecer por aqui de novo.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Sobre filmes postados
Gente, assistam os filminhos abaixo. São muito interessantes. O do menino serve para reconhecer as superiores capacidades linguísticas das fêmeas da espécie, basta olhar para a carinha dele e imaginar o "cadê a mamãe!". O da menina vale pela cara da mãe. Show. Divirtam-se.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Numeri (Trilussa)
- Conterò poco, è vero:
- diceva l’uno ar Zero -
ma tu che vali? Gnente: proprio gnente.
Sia nell’azione come ner pensiero
rimani un coso vòto e inconcrudente.
Io invece, se me metto a capofila
da cinque zeri tale e quale a te,
lo sai quanto divento? Centomila.
È questione de nùmmeri. A un dipresso
è quello che succede ar dittatore
che cresce de potenza e de valore
più so’ li zeri che se mette appresso.
(Trilussa foi um poeta dialetal romano, foi cidadão, foi gênio. Expressou a alma da sua gente como poucos.
É uma homenagem que faço a ele e aos romanos pelo mundo.)
- diceva l’uno ar Zero -
ma tu che vali? Gnente: proprio gnente.
Sia nell’azione come ner pensiero
rimani un coso vòto e inconcrudente.
Io invece, se me metto a capofila
da cinque zeri tale e quale a te,
lo sai quanto divento? Centomila.
È questione de nùmmeri. A un dipresso
è quello che succede ar dittatore
che cresce de potenza e de valore
più so’ li zeri che se mette appresso.
(Trilussa foi um poeta dialetal romano, foi cidadão, foi gênio. Expressou a alma da sua gente como poucos.
É uma homenagem que faço a ele e aos romanos pelo mundo.)
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Desculpas a Sandra Pontes
Recebi hoje um comentário sobre um post que publiquei no outro blog (zip.net) no dia 2 de fevereiro. O texto me veio por e-mail de uma amiga que recebeu de outra amiga e assim sucessivamente. Achei que poderia ilustrar bem o sentimento de tantos pacientes cuja paciência vêm sendo posta à prova ao longo destes anos em que a Saúde Pública foi se tornando uma piada nacional.
A coincidência quis que a autora do texto se chamasse Sandra também. SANDRA PONTES. O texto é de autoria dela e eu fiquei sabendo hoje e peço desculpas por não tê-lo dito antes. Simplesmente desconhecia quem fosse o autor. Retiro o texto do blog em respeito a solicitação da autora e lamento muitíssimo o ocorrido.
Quem quiser lê-lo é um texto bonito e de grande sensibilidade e se chama "Sunzinha". Está disponível no site dela (http://sandrapontes.com/). Dou os parabéns à autora por ter tido a delicadeza de interpretar tão bem o sentimento de tantas pessoas como a que ela descreve em seu conto.
Novamente peço desculpas e reitero minha boa fé e que não imaginava estar lesando niguém. Procurei sempre citar as fontes de tudo o que publico neste blog, desde que as conheça.
Continua, no entanto, o sentimento de que as pessoas precisariam ser mais ouvidas pelos meus pares. Ouvidas. Parece pouco, mas não é.
A coincidência quis que a autora do texto se chamasse Sandra também. SANDRA PONTES. O texto é de autoria dela e eu fiquei sabendo hoje e peço desculpas por não tê-lo dito antes. Simplesmente desconhecia quem fosse o autor. Retiro o texto do blog em respeito a solicitação da autora e lamento muitíssimo o ocorrido.
Quem quiser lê-lo é um texto bonito e de grande sensibilidade e se chama "Sunzinha". Está disponível no site dela (http://sandrapontes.com/). Dou os parabéns à autora por ter tido a delicadeza de interpretar tão bem o sentimento de tantas pessoas como a que ela descreve em seu conto.
Novamente peço desculpas e reitero minha boa fé e que não imaginava estar lesando niguém. Procurei sempre citar as fontes de tudo o que publico neste blog, desde que as conheça.
Continua, no entanto, o sentimento de que as pessoas precisariam ser mais ouvidas pelos meus pares. Ouvidas. Parece pouco, mas não é.
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